domingo, 23 de janeiro de 2011

TABELA RESUMO - TEMPOS GEOLÓGICOS

Fiz esta tabela resumida para que compreendam melhor:

Caso não vejam bem, cliquem na imagem que aparecerá em grande.


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

CURIOSIDADES: FÓSSEIS

https://docs.google.com/present/view?id=ddh62pgm_74d3ghsghm&revision=_latest&start=0&theme=grass&cwj=true

Peço desculpa, mas não é possível meter aqui a apresentação. Cliquem no Link para ver em grande e com boa qualidade de imagem.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

HISTÓRIA DO APARECIMENTO DA VIDA NA TERRA

 Há 8 a 7 mil milhões de anos, deu-se a Supernova. A Terra formou-se a partir deste fenómeno. No fundo, a Terra é um pouco de material que se soltou do Proto-Sol que se encontrava em constante movimento.Tendo este fenómeno durado algum tempo, a Terra só tem 4,6 mil milhões de anos.



No inicio da vida da Terra, só havia vulcões e lava incandescentes. Era necessário que a Terra arrefecesse.







Por isso é criada uma crosta fininha. Mas, com a intensidade do vulcanismo a crosta torna-se mais grossa.


 Estavamos relativamente próximos do Sol. As cinzas vulcanicas juntaram-se com os gases e o Sol não consegue absorver tudo.







 Por isso foi criada uma atmosfera primitiva. Também porque tinhamos o efeito de estufa. Com tantas cinzas, o Sol não consegue penetrar e o planeta arrefece.


 Isto leva à criação de nuvens e a partir daí precipita bastante. Imensa chuva e trovões vão finalmente criar a primeira poça e o primeiro registo de vida.


Quando já temos algumas poças de água (que contêm Oxigénio, Hidrogénio, Carbono e Azoto, que são também os constituintes da matéria orgânica) dá-se uma descarga eléctrica por parte de um trovão que por acaso acerta naquela poça de água e então são criadas as proteínas. Estas proteínas, dividiram-se e formaram os coacervados. Um outro raio terá embatido num caocervado e terá formado o 1º ser vivo: a cienobactéria. (Aprox. 3,3 mil milhões de anos)


Depois das pequenas poças de águas, passamos a grandes poças de água e passamos a ter oceano. A partir daí toda a História da Terra se desenvolveu, passando a ter o planeta que temos hoje.





Clica nas imagens para veres melhor.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

FÓSSEIS : PROCESSO GERAL DE FOSSILIZAÇÃO


1. O ser vivo vive debaixo de água.


2. Mas morre e tem de ser imediatamente exposto aos agentes decompositores.


3. A sua parte mole desaparece e mais camadas se vão formar por cima dele.

4. Ocorre, neste caso, uma dobra (podia também ser uma falha, chuvas, erosão, etc.).



5. O esqueleto do ser vivo vem ao de cima.

NOTA: Este processo demora milhões de anos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

FÓSSEIS : TIPOS DE FOSSILIZAÇÃO

Todos os seres vivos podem fossilizar de maneira diferente. Existem diferentes tipos de fossilização:
  • INCRUSTAÇÃO - é quando seres vivos que morrem são revestidos por substâncias trazidas pela água. Formam uma espácie de crosta.
  • MINERALIZAÇÃO - Ocorre quando minerais são depositados em cavidades existentes nos ossos ou troncos.
  • RECRISTALIZAÇÃO - é quando se dá um rearranjo na estrutura cristalina do mineral, ficando este mais estável.
  • CARBONIFICAÇÃO - é quando substâncias voláteis se perdem e só resta uma fina película de carbono. É mais frequente nos restos de seres vivos contendo quitina, celulose ou queratina.
  • MUMIFICAÇÃO - só ocorre quando o ser vivo é conservado em âmbar ou gelo. Dá-nos informaçoes preciosas visto que o âmbar (resina) e o gelo conservam as partes moles do ser vivo.
  • MOLDAGEM - é o preenchimento das partes duras do ser vivo por sedimentos ou da moldagem da parte externa das partes duras do mesmo. É o mais vulgar de todos os tipos de fossilização.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

FÓSSEIS : INTRODUÇÃO

O que são fosseis?

  • Fosseis são as únicas "provas" que evidenciam a existência de espécies que já se extinguiram há milhões de anos. é considerado fossil quando temos um vestigio de um ser vivo (o molde, o interior, etc.).

O que é a fossilização?

  • É o processo pelo qual o ser vivo passa até se tornar um fossil.

Qual é a ciência que estuda e quem estuda os fosseis?

  • A ciência que estuda os fosseis é a paleontologia e que os estuda são os paleontólogos.

Para os paleontólogos o estudos dos fósseis não só permite conhecer as espécies como eram há milhões de anos atrás mas também a fauna e a flora desta altura.

MORFOLOGIA DOS FUNDOS OCEÂNICOS : CORRENTES DE CONVECÇÃO

As correntes de convecção são o mecanismo responsável pelo movimento dos continentes.
Os materiais rochosos não estão num certo estado fisico, ou seja, nem são bem liquidos nem sólidos. E como se encontram também a altas temperaturas geram-se movimentos nos materiais.

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domingo, 7 de novembro de 2010

MORFOLOGIA DOS FUNDOS OCEÂNICOS : ELEMENTOS

Elementos dos Fundos Oceânicos:










1- Dorsais-médio-oceânicas: Grandes cadeias de montanhas que dividem os oceanos a meio e têm aproximadamente 2 km de largura por 2 km de altura.




2- Talude Continental: Zona que faz parte da crosta continental muito inclinada (adrupta) que vai d
os 150 m aos 4 km de profundidade em cerca de 200 m.
3- Planície abissal: constitui cerca de 75% dos fundos oceânicos. Zona aplanada.
4- Plataforma continental: é uma zona aplanada ligeiramente inclinada. O Sol só consegue penetrar até aos 150m. Faz parte da crosta continental e estende-se, aproximadamente em 2 km. Vivem na plataforma continental cerca de 90% das espécies marinhas, excluindo as espécies que migram e que vivem no rifte.
5- Rifte: vale localizado entra as dorsais, corresponde ao tipo de vulcanismo fissural. Zona responsável pela formação de nova crosta oceânica.
6- Fossa oceânica: Zona de choque entre a crosta continental e a crosta oceânica. A crosta oceânica por ser mais densa mergulha por baixo da crosta continental originando sismos e vulcões. Pode atingir os 12 km de profundidade como acontece na Fossa das Marianas no Japão.
CLICA NAS IMAGENS PARA AS VERES MELHOR.

MORFOLOGIA DOS FUNDOS OCEÂNICOS : INTRODUÇÃO

Antigamente desconhecia-se completamente os fundos oceânicos, havia a necessidade de os conhecer. Em 1945, devido à 2ª guerra mundial, criou-se o submarino. Mas este foi uma grande decepção porque pensavam que o fundo oceânico era plano. O submarino não tinha visibilidade então tiveram que desenvolver uma tecnologia mais avançada para conhecer os fundos oceânicos. Foi então que foi inventado o sonar, estudando os comportamentos dos animais. O sonar emite um sinal e dependendo do tempo que o eco (sinal reflectido) demora a chegar determina-se a que distância nos encontramos do fundo oceânico. Chegou-se à conclusão que os fundos oceânicos não são planos, ou seja, se à superfície existem montanhas, vales, etc., nos fundos oceânicos também.

sábado, 16 de outubro de 2010

Placas Tectónicas

















Carrega na imagem para veres melhor.

Pangeia e Pantalassa

Deriva Continental

O Mundo começou por ser uma gigante bola de fogo. Mais tarde veio a criar solo, o que viria a ser a futura crosta terrestre. Mas esta partiu-se aos bocados e a estas placas que se soltaram da-mos o nome de placas tectónicas ou placas sísmicas. Primeiro partiram-se em 7 placas agora são muito mais.Se as placas forem do mesmo material, originam cadeias montanhosas mas se forem de materiais diferentes criam fossas oceânicas.

As 7 principais placas são:
  • Placa Africana;
  • Placa Norte-Americana;
  • Plca Sul-Americana;
  • Placa do Pacífico;
  • Placa da Antártida;
  • Placa Indo-Australiana;
  • Placa Euro-Asiática.

É nas zonas das placas que se concentram os vulcões, ou seja, estas zonas são muito perigosas.

Há já muitos anos, Alfred Wegener, um geógrafo alemão, propõe a teoria continental. Esta teoria diz que há milhões de anos atrás, os continentes estiveram todos unidos num super-continete ao qual se deu o nome de Pangea. E rodeado por um super-oceano, a Pantalassa.

Mas ele para fazer crer a sua teoria tinha de ter provas se não as pessoas não acreditavam.
Ele diz que o continente Africano encaixa perfeitamente com a América do Sul.
Então ele começou a procurar. Primeiro no seu país, a Alemanha. Mas como não encontrou nada decidiu descer mais um pouco e ir até África. Lá encontrou rochas que além de serem iguais tinham a mesma idade das rochas da América do Sul. Mais tarde descobriu fosseís, mas os animais são completamente diferentes dependendo da forma como e onde evoluem.
Então os 3 dados foram:

  • geográficos - ele viu que os contornos dos litorais de África e América do Sul encaixavam na perfeição;
  • petrológos - as rochas dos continentes anteriores são iguais e da mesma idade;
  • paleontológicos - os fósseis dos 2 lados dos continentes anteriores são iguais e da mesma idade.

A teoria não foi aceite porque Alfred Wegener não conseguiu explicar o mecanismo da separação dos continentes.
Foi preciso chegar a meados do séc.XX para se avançar nos conhecimentos.

Falhas Anticlinais e Sinclinais

Dentro das falhas temos:








FALHA NORMAL














FALHA INVERSA













FALHA DE DESLIGAMENTO HORIZONTAL
















FALHA DE DESLIGAMENTO VERTICAL













PAISAGEM FORMADA PELA FALHA: RELEVO DE FALHA



sábado, 2 de outubro de 2010

Dobras Anticlinais e Sinclinais

Dentro das dobras Anticlinais temos:








DOBRA ANTICLINAL









DOBRA ANTICLINAL DEITADA






DOBRA FALHA ANTICLINAL (só acontece nas dobras deitadas, anticlinal e sinclinal)



Dentro das dobras Sinclinais temos:








DOBRA SINCLINAL






DOBRA SINCLINAL DEITADA






DOBRA FALHA SINCLINAL

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Dobras

Def.: São deformações causadas pelo movimento lento na superficie terrestre. São forças compressivas.

Existem dois tipos de forças:
  • Compressivas ---> <---
  • Distensivas <--- --->

E há dois tipos de dobras:

  • Anticlinal
  • Sinclinal

Legenda de dobras:(anticlinal e sinclinal)

1- Charneira
2- Flanco esquerdo
3- Flanco direito






1- Charneira

2- Flanco Direito
3- Flanco Esquerdo

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Revisão dos Sismos

Um sismo é um abalo curto e brusco na crosta terrestre.É provocado pelo movimento do magma na Astenosfera. Por isso, existem sismos a todo a hora porque o magma está em constante movimento. O local de origem do sismo chama-se hipocentro. O local onde se sente mais o sismo é o epicentro. Tal como a energia, o sismo também se propaga através de ondas. Um sismo liberta ondas:

  • P - são as ondas principais e as mais rápidas. Propagam-se a 8 km/seg.
  • S - são as ondas secundárias e as mais vagarosas. Propagam-se a 4 km/seg.
  • L - são as ondas mais destructivas e são a junção das ondas P com as ondas S.

Os sismo é composto por três fases:

  • Fase premonitória - é quando chegam as ondas P à superfície. Os animais sentem e as máquinas registam.
  • Fase do sismo - é quando as ondas S chegam à superfície. é a fase do sismo propriamente dito.
  • Fase das réplicas - é a fase mais destructiva pois é o reajuste da Terra. É a chegada das ondas L.

Os sismos são estudados pelos sismólogos. São registados pelo sismograma e é o sismógrafo que os mede.

A magnitude é a quantidade de energia libertada pelo sismo.
O sismo pode ser medido em duas escalas:

  • Escala de Mercalli - mede os estragos e vai de I a XII.
  • Escala de Richter - mede a magnitude e vai de 1 a 9.

BEM VINDOS AO 8º ANO!!!!!!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Definições

Magnitude - é a quantidade de energia libertada pelo sismo. Mede energia e é utilizada a escala de Ritcher neste caso. A escala de Ritcher é uma escala científica.
Intensidade sísmica - é a quantidade de destruição provocada pelo sismo. A escala usada é a de Mercalli, esta escala é também usada muito pelos populares e avalia os estragos.

sábado, 12 de junho de 2010

Fases do sismo

Um sismo tem 3 fases:












1- Fase Premonitória - É a chegada das ondas P. Nesta altura as máquinas registam e os seres manisfetam-se.
2- Ondas L- apesar de ser a onda mais violenta esta fase não é muito destructiva. É aqui que se dá o sismo propriamente dito visto que é a altura com maior libertação de energia.
3- Réplica - é para o ser humano a fase mais destrutiva porque é aqui que se dá o reajuste da Terra.

Locais onde ocorre o sismo














  • Quando se dá a libertação de energia (sismo), este tem uma origem. A isso damos o nome de hipocentro.
  • À superficíe onde se sente o sismo com maior violência é o epicentro.