domingo, 13 de março de 2011

CURIOSIDADES ESPECTACULARES SOBRE ANIMAIS - PARTE 1

  • A anémona-do-mar leva 1 hora para percorrer 3 cm.
  • A bicha solitária pode possuir até 400 anéis.
  • O tentáculo do polvo é 10 vezes mais sensível que a língua humana.
  • O polvo engole os caranguejos inteiros, graças à sua saliva especial que dissolve a carapaça.
  • Na Ilha do Natal todos os anos, 120 milhões de caranguejos migram para o mar. Cada um põe cerca de 500 000 ovos. Mas, muitas vezes, nem sequer um só sobrevive.
  • O escorpião é míope por isso é que necessita de abrir as patas enquanto caça.
  • As aranhas fêmeas são maiores que os machos. Existe uma que é 1500 vezes maior: a aranha Nephila.
  • A tarântula possui 8 olhos na cabeça.
  • A libélula, com os seus olhos de 30 00 facetas, é um dos insectos que melhor vê.
  • A carraça, depois de comer, passa do tamanho de um grão de arroz ao tamanho de um botão.

sábado, 12 de março de 2011

A TRAGÉDIA NO JAPÃO




Ontem, dia 11 de Março de 2011, um enorme abalo de 8.9 na escala de Richter deu-se no Japão. Faltavam 15 minutos para as três horas da tarde, as pessoas trabalhavam quando um sismo ocorreu no Japão seguido de um tsunami que desvastou enúmeras cidades Japonesas. Dos 300 000 sismos que ocorrem na Terra todos os anos, 50 000 são no Japão, mas nunca os japoneses e o Mundo assistiram a um sismo de tão grande intensidade no Japão. Está entre um dos sismos com maior intensidade que ocorreram no Mundo. A 15 de Junho de 1896, houve também um tsunami histórico no Japão que em poucos segundos fez perto de 28 000 mortos e destruiu 270 km de costa.


Vejam este video, está em português e dá para perceber a aflição que os japoneses neste momento estão a passar.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Tabela de Classificação de Rochas Magmáticas


Para quem não entender a 1ª tabela, a 2ª tabela quer dizer exactamente o mesmo.

Clica na imagem para a veres ampliada.

As rochas magmáticas e as suas propriedades

Existe muita rocha magmática à superfície. Não tanto como as rochas sedimentares que se formam à superfície. Para termos acesso às rochas magmáticas é preciso que haja um desgaste da superfície.

PROPRIEDADES:

Textura da rocha:
  • Vítrea: Não se distingue nenhum mineral a olho nu.
  • Hemicristalina: Parte da rocha apresenta minerais no meio de uma pasta vítrea. (Caracteristica das rochas vulcânicas).
  • Holocristalina: Distinguem-se todos os minerais. (Caracteristica das rochas plutónicas).
Tonalidade das rochas:
  • Leucocratas: Existem mais minerais de tom claro que escuro.
  • Mesocratas: Existem aproximadamente o mesmo número de minerais de tom claro e escuro.
  • Melanocratas: Existem mais minerais de tom escuro que claro.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O que é a Densidade?

A densidade de um mineral é a relação entre o peso e o volume do do mineral. Na prática, comparamos o mineral que queremos determinar com um com o mesmo volume e de densidade conhecida.

Escala Prática de Dureza

A escala prática de dueza é outra forma de medir a dureza dos minerais para além da escala de Mohs.

Unha - 2 a 2,5
Aço - 5
Vidro - 5,5
Quartzo - 7

Escala de Mohs - Dureza dos Minerais

A Escala de Mohs, é uma das escalas usadas para medir a dureza dos minerais.

1 - Talco
2 - Gesso
3 - Calcite
4 - Fluorite
5 - Apatite
6 - Ortocláse
7 - Quartzo
8 - Topázio
9 - Corindo
10 - Diamante (é o único de dureza 10)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Propriedade dos Minerais

  • Cor do Mineral - É a cor que o mineral apresenta a olho nu.
  • Risca - É a cor que o mineral apresenta reduzido a pó. (Na prática utiliza-se porcelana para vermos que cor o mineral deixa nesta.)
  • Diafaniedade - É a propriedade que os minerais têm de deixar ou não passar a luz. Podem ser:
  • Opacos - não deixam passar luz.
  • Translúcidos - deixam passar alguma luz.
  • Transparentes - deixam passar toda a luz.
  • Brilho - Efeito que a luz provoca ao "embater" no mineral. Existem:
  • Brilho vítreo - É o brilho mais intenso, é o do vidro.
  • Brilho Adamantino - É o brilho do diamante.
  • Brilho sedoso - Brilho intenso como o da seda.
  • Brilho Gorduroso - Brilho como o da cera (gorduroso).
  • Brilho baço - não tem brilho.
  • Brilho metálico - dourado (amarelo com brilho metálico).
  • Clivagem - É a propriedade que alguns minerais apresentam de se poderem separar (partir) por superfícies planas.
Nota: Podemos observar todas estas propriedades em materiais normais não precisam de ser minerais.

Esquema tipos de rochas

Fiz um esquema que é para se perceber onde é que cada tipo de rocha se forma.

SE NÃO VIRES BEM, CARREGA NA IMAGEM PARA A AMPLIARES.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

TIPOS DE ROCHAS

 --> Sedimentares (Pressão e Temperatura baixas) :
  • Detriticas - areias;
  • Quimiogénicas - rochas formadas quimicamente;
  • Biogénicas - têm intervenção dos seres vivos (fósseis).
 --> Metamórficas (Pressão e Temperatura médias) :
  • Regional
  • Impacto
  • Contacto
--> Magmáticas:
  • Vulcânicas - Pressão baixa e Temperatura alta.
  • Plutónicas/eruptivas/ígneas - Pressão e Temperatura altas.
 - Qual é a diferença entre as rochas vulcânicas e as rochas plutónicas?

Como vemos na sua diferença entre pressão e temperatura, a diferença entre estes dois tipos de rochas é que as rochas vulcânicas formam-se à superfície (nos vulcões) e as rochas plutónicas formam-se em profundidade.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

INTRODUÇÃO - ROCHAS

O que é uma rocha?
Uma rocha é uma associação natural de um ou mais minerais.

Podemos ter:
  • Rochas monominerálicas - rochas formadas por um só tipo de mineral.   Ex.: Mármore.
  • Rochas poliminerálicas - rochas formadas por vários tipos de minerais.   Ex.: Granito.
Em relação aos minerais constituintes da rocha podemos ter também:
  • Minerais essenciais - minerais que caracterizam a rocha.     Ex.: Granito - Quartzo e Feldspato
  • Minerais acessórios - podem ou não estar na rocha, não a caracterizam.   Ex.: Biotite e Moscovite.
O que é um mineral?
É uma associação natural de elementos químicos.

Cada mineral tem uma rede tri-dimensional diferente.

domingo, 23 de janeiro de 2011

TABELA RESUMO - TEMPOS GEOLÓGICOS

Fiz esta tabela resumida para que compreendam melhor:

Caso não vejam bem, cliquem na imagem que aparecerá em grande.


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

CURIOSIDADES: FÓSSEIS

https://docs.google.com/present/view?id=ddh62pgm_74d3ghsghm&revision=_latest&start=0&theme=grass&cwj=true

Peço desculpa, mas não é possível meter aqui a apresentação. Cliquem no Link para ver em grande e com boa qualidade de imagem.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

HISTÓRIA DO APARECIMENTO DA VIDA NA TERRA

 Há 8 a 7 mil milhões de anos, deu-se a Supernova. A Terra formou-se a partir deste fenómeno. No fundo, a Terra é um pouco de material que se soltou do Proto-Sol que se encontrava em constante movimento.Tendo este fenómeno durado algum tempo, a Terra só tem 4,6 mil milhões de anos.



No inicio da vida da Terra, só havia vulcões e lava incandescentes. Era necessário que a Terra arrefecesse.







Por isso é criada uma crosta fininha. Mas, com a intensidade do vulcanismo a crosta torna-se mais grossa.


 Estavamos relativamente próximos do Sol. As cinzas vulcanicas juntaram-se com os gases e o Sol não consegue absorver tudo.







 Por isso foi criada uma atmosfera primitiva. Também porque tinhamos o efeito de estufa. Com tantas cinzas, o Sol não consegue penetrar e o planeta arrefece.


 Isto leva à criação de nuvens e a partir daí precipita bastante. Imensa chuva e trovões vão finalmente criar a primeira poça e o primeiro registo de vida.


Quando já temos algumas poças de água (que contêm Oxigénio, Hidrogénio, Carbono e Azoto, que são também os constituintes da matéria orgânica) dá-se uma descarga eléctrica por parte de um trovão que por acaso acerta naquela poça de água e então são criadas as proteínas. Estas proteínas, dividiram-se e formaram os coacervados. Um outro raio terá embatido num caocervado e terá formado o 1º ser vivo: a cienobactéria. (Aprox. 3,3 mil milhões de anos)


Depois das pequenas poças de águas, passamos a grandes poças de água e passamos a ter oceano. A partir daí toda a História da Terra se desenvolveu, passando a ter o planeta que temos hoje.





Clica nas imagens para veres melhor.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

FÓSSEIS : PROCESSO GERAL DE FOSSILIZAÇÃO


1. O ser vivo vive debaixo de água.


2. Mas morre e tem de ser imediatamente exposto aos agentes decompositores.


3. A sua parte mole desaparece e mais camadas se vão formar por cima dele.

4. Ocorre, neste caso, uma dobra (podia também ser uma falha, chuvas, erosão, etc.).



5. O esqueleto do ser vivo vem ao de cima.

NOTA: Este processo demora milhões de anos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

FÓSSEIS : TIPOS DE FOSSILIZAÇÃO

Todos os seres vivos podem fossilizar de maneira diferente. Existem diferentes tipos de fossilização:
  • INCRUSTAÇÃO - é quando seres vivos que morrem são revestidos por substâncias trazidas pela água. Formam uma espácie de crosta.
  • MINERALIZAÇÃO - Ocorre quando minerais são depositados em cavidades existentes nos ossos ou troncos.
  • RECRISTALIZAÇÃO - é quando se dá um rearranjo na estrutura cristalina do mineral, ficando este mais estável.
  • CARBONIFICAÇÃO - é quando substâncias voláteis se perdem e só resta uma fina película de carbono. É mais frequente nos restos de seres vivos contendo quitina, celulose ou queratina.
  • MUMIFICAÇÃO - só ocorre quando o ser vivo é conservado em âmbar ou gelo. Dá-nos informaçoes preciosas visto que o âmbar (resina) e o gelo conservam as partes moles do ser vivo.
  • MOLDAGEM - é o preenchimento das partes duras do ser vivo por sedimentos ou da moldagem da parte externa das partes duras do mesmo. É o mais vulgar de todos os tipos de fossilização.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

FÓSSEIS : INTRODUÇÃO

O que são fosseis?

  • Fosseis são as únicas "provas" que evidenciam a existência de espécies que já se extinguiram há milhões de anos. é considerado fossil quando temos um vestigio de um ser vivo (o molde, o interior, etc.).

O que é a fossilização?

  • É o processo pelo qual o ser vivo passa até se tornar um fossil.

Qual é a ciência que estuda e quem estuda os fosseis?

  • A ciência que estuda os fosseis é a paleontologia e que os estuda são os paleontólogos.

Para os paleontólogos o estudos dos fósseis não só permite conhecer as espécies como eram há milhões de anos atrás mas também a fauna e a flora desta altura.

MORFOLOGIA DOS FUNDOS OCEÂNICOS : CORRENTES DE CONVECÇÃO

As correntes de convecção são o mecanismo responsável pelo movimento dos continentes.
Os materiais rochosos não estão num certo estado fisico, ou seja, nem são bem liquidos nem sólidos. E como se encontram também a altas temperaturas geram-se movimentos nos materiais.

Clica na imagem para veres melhor

domingo, 7 de novembro de 2010

MORFOLOGIA DOS FUNDOS OCEÂNICOS : ELEMENTOS

Elementos dos Fundos Oceânicos:










1- Dorsais-médio-oceânicas: Grandes cadeias de montanhas que dividem os oceanos a meio e têm aproximadamente 2 km de largura por 2 km de altura.




2- Talude Continental: Zona que faz parte da crosta continental muito inclinada (adrupta) que vai d
os 150 m aos 4 km de profundidade em cerca de 200 m.
3- Planície abissal: constitui cerca de 75% dos fundos oceânicos. Zona aplanada.
4- Plataforma continental: é uma zona aplanada ligeiramente inclinada. O Sol só consegue penetrar até aos 150m. Faz parte da crosta continental e estende-se, aproximadamente em 2 km. Vivem na plataforma continental cerca de 90% das espécies marinhas, excluindo as espécies que migram e que vivem no rifte.
5- Rifte: vale localizado entra as dorsais, corresponde ao tipo de vulcanismo fissural. Zona responsável pela formação de nova crosta oceânica.
6- Fossa oceânica: Zona de choque entre a crosta continental e a crosta oceânica. A crosta oceânica por ser mais densa mergulha por baixo da crosta continental originando sismos e vulcões. Pode atingir os 12 km de profundidade como acontece na Fossa das Marianas no Japão.
CLICA NAS IMAGENS PARA AS VERES MELHOR.

MORFOLOGIA DOS FUNDOS OCEÂNICOS : INTRODUÇÃO

Antigamente desconhecia-se completamente os fundos oceânicos, havia a necessidade de os conhecer. Em 1945, devido à 2ª guerra mundial, criou-se o submarino. Mas este foi uma grande decepção porque pensavam que o fundo oceânico era plano. O submarino não tinha visibilidade então tiveram que desenvolver uma tecnologia mais avançada para conhecer os fundos oceânicos. Foi então que foi inventado o sonar, estudando os comportamentos dos animais. O sonar emite um sinal e dependendo do tempo que o eco (sinal reflectido) demora a chegar determina-se a que distância nos encontramos do fundo oceânico. Chegou-se à conclusão que os fundos oceânicos não são planos, ou seja, se à superfície existem montanhas, vales, etc., nos fundos oceânicos também.